terça-feira, 27 de setembro de 2016

La Voce Del Dio

La Voce Del Dio

Ouçam as palavras do Grande Deus, maior do que a Existência e o Tempo. Aquele que foi chamado de muitos nomes e está vivo em todas as fés, até entre os cegos e tolos seguidores da cruz.
Quando quiserem sentir Minha presença em sua forma mais pura, reúnam-se em um local secreto onde a Natureza seja maior do que as criações dos homens parvos. Saibam que Minhas Leis e Segredos os tornarão livres, pois Sou o Grande Pai, o Portador dos Chifres da Vida e das Garras da Morte. Todos os atos de amor e prazer são os meus rituais e o único pecado é reprimir teus desejos.
Eu sou a Luz, estou no Sol, na Lua e na Ciência, mas meu ser também é pleno na escuridão. Sou o Pai e Mestre das fadas, bruxas e vampiros, e também de tudo aquilo que é selvagem. Sou a Serpente que traz a Sabedoria e Libertação e através de mim você conhecerá a Magia, o Prazer e os Mistérios. Levarei teu espírito para voar e cavalgar com Diana. Farei da Floresta tua casa e seus seres serão teus irmãos.
Eu sou o Caçador, vivo em todos os predadores; e sou a Caça, que se sacrifica nas mãos da Caçadora para que a vida continue sua Dança. Sou o Jovem, o Guerreiro, o Pai, o Feiticeiro, o Ancião, o Iniciador e o Mensageiro. Sou o Filho, o Consorte e o Irmão.
Nenhum homem pode impedir teu alegre culto a Mim, pois meus filhos e filhas são livres e irredutíveis por aqueles que não conhecem minha liberdade. A sabedoria, a inteligência e a Iluminação serão sempre teus aliados, pois sou o Portador da Luz e Guardião do Caldeirão.
Por isso, atentos, saibam que estou com vocês desde o início e os erguerei com minhas asas ao Reino das Estrelas ao fim de sua existência terrena.
Texto de Iago Ferraz Wild (Puck) - Gruta do Bardo.


sábado, 7 de novembro de 2015

O Mantenedor da Vida

O Mantenedor da Vida 
Por Iago Ferraz Wild (Puck)

   Hades entre os gregos, Plutão entre romanos e Aita entre os etruscos. O Senhor dos Mortos e do Submundo sempre intimidou os mortais devido suas associações como deidade. Platão afirmou que a pronúncia de seu nome era evitada ao máximo pelas pessoas e Homero foi mais longe, o descrevendo como o Deus mais odiado pelos mortais. 
   Por qual motivo Hades, que muitos supõem ser Zeus, Poseidon e Dionísio, foi tão temido e odiado? Por qual motivo, nas filosofias pagãs modernas, ainda é evitado e considerado intimidador por ser considerado um Deus Negro? Tudo isso se explica pela tendência do ser humano em se preocupar mais com a morte do que com a vida, mais com os fins do que com os inícios e meios. 
   Ah, a morte! A temida morte. Tememos perder quem amamos, tememos que quem nos ama nos perca e, principalmente, tememos que a atual vida termine, pois o término é um constante lembrete do fato de que nós, independente da nossa arrogância específica, não temos controle. Sobre nada. 
   Como se não bastasse representar tudo o que mais tememos e não aceitamos, os mitos nos mostram Aita como o raptor daquilo que representa o que mais amamos e aceitamos: A vida, a fertilidade, a beleza...  Mas, ignorando a maquiagem poética e romântica, encontramos no Senhor da Morte e em seu caráter raptor, no sofrimento de Deméter e Perséfone (se você não está familiarizadx, leia os mitos de Hades e Perséfone antes de continuar a leitura) e em todos os fins e sacrifícios, a mais importante face de Hades: O Mantenedor da Vida. 
"The Mythological Tarot", O Arcano Maior "A Morte", do Tarot, é conhecido 
por simbolizar a natureza cíclica, fins e renovações, representado por Hades neste deck.

   Hades é a Terra e o seu interior. É o ciclador da vida. O Sequestro de Perséfone ilustra na verdade, a entrega e amor dela à Hades. Durante a Primavera e o Verão, a maioria das plantas e animais vivem fortes e saudáveis, pois essa vida e fertilidade são Perséfone, a Deusa das Plantas, sempre lembrada pelas flores e perfumes. Nesse propício período sazonal, podemos observar de forma bonita como a Natureza funciona: a vida dos carnívoros depende da vida dos herbívoros; a vida dos herbívoros depende da vida das plantas; a vida das plantas depende da fertilidade da terra. E o que torna a terra fértil e permite que toda a vida continue a seguir? Perséfone! A belíssima Senhora das Flores e Perfumes, Rainha do Submundo.
   É ela quem se entrega ao Senhor do Submundo, deixando que suas flores sequem, que suas folhas caiam, que suas frutas apodreçam e que seus caules e raízes morram. A entrada de Perséfone ao Submundo é a Promessa de Renascimento, a devolução de nutrientes e de riqueza para a Terra (Hades), que permite, ao final do período de Outono-Inverno, que a vida se renove e dance com Perséfone. 
   Em seu período nas profundezas, quando é chamada de Kore, Persephone me faz lembrar da simbologia dos animais que originaram a imagem chifruda de vários Deuses. Como o Veado que ao ser caçado, representa o sacrifício divino que é feito para que possamos sobreviver.


Persephone and Hades - Amy Erickson


   Cada flor e cada folha que admiramos, cada fruta que comemos, é resultado da dança de Perséfone e do Deus da Morte, que também é o Mantenedor da Vida, o Senhor da Terra, Senhor dos Fungos e Decompositores, e portanto, um Deus da Vida. Em cada folha caída, não importa a estação, um beijo de Perséfone em Hades. Em cada semente que brota, um beijo de Hades em Perséfone.

No próximo texto vou desenvolver um pouco mais  o assunto, abordando os Mistérios Eleusinos. 

Que a chuva molhe a terra e que você sinta o perfume de Hades ao subir do petrichor
Texto de Iago Ferraz Wild (Puck)- Gruta do Bardo.

sábado, 19 de abril de 2014

Desvendando o agouro

Desvendando o agouro
Por Iago Ferraz Wild (Puck)

   Culturalmente estamos familiarizados com expressões como: urubu é ave de mau agouro; o pio da coruja é agouro de morte; galo cantando de noite é mau agouro. Tais expressões são geralmente oriundas da sabedoria popular, assim, passam de geração em geração através de lendas, relatos e outros elementos folclóricos. 

   I - O agouro
   O agouro é um presságio. Diferente de outros sistemas divinatórios mais comuns, o agouro não envolve o uso de oráculos (como tarot, runas, cristais) e muitas vezes não necessita de nossa técnica e poder (como vidência), mas sim de nossa percepção acerca de eventos espontâneos.

   II- Eventos espontâneos
   Os eventos espontâneos podem se relacionar com outros sistemas divinatórios (por exemplo: enquanto você transporta um saquinho de runas uma delas cai no chão), mas também são percebidos naturalmente em diversos outros momentos aleatórios.
   Entendendo que nosso mundo não para, fica óbvio que eventos espontâneos acontecem o tempo todo. Saberemos que um evento é um agouro quando sentimos que ele foi um sinal, quando estamos esperando ou procurando um sinal, ou quando estamos praticando alguma arte mântica. Em todos os casos nós não teremos certeza se o evento foi um presságio ou não, assim, entendemos que um evento pode ser um agouro e não que necessariamente será.
  A arte de interpretação dos eventos é parecida com a arte da interpretação dos sonhos. Quando queremos averiguar o significado de um sonho separamos pequenos símbolos e estudamos o que podem significar ou pressagiar. O agouro funciona assim.
  
 III- Alguns tipos de agouro
   Existem inúmeros tipos de agouro, afinal, acontecem inúmeros tipos de eventos espontâneos e outros inúmeros eventos aleatórios. No entanto, alguns recebem uma maior atenção e são mais difundidos. Não aprofundarei a interpretação dos agouros, afinal, embora alguns tenham mensagens simples e diretas, muitas vezes um sinal necessita de um profundo estudo para ser entendido, enquanto em outras vezes ele atribui significados pessoais, como acontece nos símbolos dos sonhos. 

Capnomancia: Interpretar a fumaça. Na antiguidade existiam técnicas especificas, mas a arte da capnomancia pode ser usada em diversos outros métodos: queimando ervas ou outro material, percebendo algo na fumaça do incenso, de uma fogueira, incêndio e etc.

Hidromancia: Interpretação de aspectos da água, como movimento, cor, ondulação ou percepção de desenhos. Aliada ao uso da nossa outra visão a hidromancia pode revelar imagens e cenas na água, funcionando como uma bola de cristal.

Aeromancia: Interpretação de aspectos atmosféricos, como o formato das nuvens, clima, arco-íris e outros fenômenos meteorológicos. Exemplo: ver um nuvem em forma de coração, pressagiando assuntos relacionados ao amor.
Aeromancia também envolve meteoromancia, ou seja, a interpretação de características dos meteoros, estrelas cadentes e outros corpos celestes e a ceraunosmancia, que é a observação de sinais em céus tempestuosos, envolvendo principalmente raios, trovões e relâmpagos.

Apantomancia: Interpretação do encontro com objetos ou, principalmente, animais. Exemplo: deparar-se com um grilo, que é um presságio de sorte.

Austromancia ou Anemomancia: Interpretar a direção do vento ou algo relacionado ao vento.

Onintomancia: Interpretação por meio do voo ou canto de aves, significado da ave, encontro ou visão de uma ave, encontro de penas e etc. 

Piromancia: Interpretação de aspectos do fogo, ou do próprio surgimento de uma chama.

Geomancia: Interpretação de aspectos da terra ou areia ou o proposital lançamento de terra sobre uma superfície para posteriormente analisar os padrões. Inclui-se cristais, pedras ou rochas também.

Crioterapia: Interpretação de aspectos do gelo e de baixas temperaturas.

Quiromancia: Interpretação dos aspectos das mãos, principalmente as linhas e os montes.

Teomancia: Receber potencial de adivinhação por inspiração divina. 

Teimancia: Interpretação através da análise dos padrões deixados por folhas do chá ou borra de café.

Outras formas: Esses são são tipos de agouro bem comuns e que eu pretendo tratar especificamente de cada um deles mais tarde, talvez de outros também, contudo, existem diversos outros tipos que serão anexados ao final dessa postagem. 

IV - Trabalhando com agouro
   Para maior eficiência ao trabalhar com esse verdadeiro presente dos Deuses, o agouro, é importante refletir e saber d/as seguintes coisas.
  •   Um evento é uma possibilidade de agouro ou presságio e não necessariamente um. Portanto, ao sentirmos que algo é um sinal é importante anotarmos o evento e estarmos cientes das seguintes coisas: Pode ser um agouro; Pode não ser um agouro; Pode ser um agouro com resultado esperado; Pode ser um agouro com resultado inesperado.
  • As vezes quando acontece algo, percebemos que anteriormente recebemos sinais e não prestamos atenção ou que não interpretamos como um sinal. Anotar essas experiências nos deixa mais atentos para com as próximas vezes.
  • Nunca ignore o significado e simbolismo pessoal que você atribui a alguma coisa. O sinal pode independer das suas atribuições pessoais, bem como pode as significar unicamente  ou ser um misto entre sua concepção e a concepção tradicional.
   Claramente existem outras coisas a serem consideradas, mas essas foram a que considerei inicialmente importantes.

V - Recomendações
   Bom, o próprio texto é uma recomendação ao agouro, que é uma arte a qual acho muito válida e interessante. Mas, além disso, vou compartilhar alguns acessos aqui.

Previsão do tempo: O agouro também é relacionado com a previsão de fenômenos naturais, como o clima. Essa prática é muito enriquecedora para nós e está intimamente ligada com as antigas tradições. Ainda não achei materiais mais completos, mas irei atualizando conforme achar enquanto não faço uma postagem especial para o tema. 
Outras artes mânticas: Bom, achei essa lista na Wikipédia e ela tem bastante coisa. Achei interessante. Contudo, caso se interesse por algum termo da lista, aconselho que pesquise em outras fontes, pois encontrei algumas coisas bem... estranhas. Por exemplo, xilomancia é uma arte mântica que compreende adivinhação com árvores e madeira, mas no site é referido como algo bem diferente.
Texto de Iago Ferraz Wild (Puck) - Gruta do Bardo.
Fonte da imagem: http://remacle.org/bloodwolf/faulx/divinatione/





quinta-feira, 17 de abril de 2014

O Poder da Música

  O Poder da Música
Por  Iago Ferraz Wild (Puck)


  Algo que eu percebo cada vez mais e que ainda quero falar muito sobre é o potencial das canções, letras e melodias. Como uma das mais perfeitas manifestações artísticas conhecidas por nós, a relação da música com a magia e espiritualidade já se torna incontestável, afinal, toda arte é por si um ato de magia, bem como a própria magia é uma arte, ou como costumamos chamar algumas vezes, a Arte. A Arte!
Nenhum texto alternativo automático disponível.   Pã deleita o mundo com sua flauta e Dionísio rege toda festa. Euterpe, Polímnia e Terpsícore rodopiam na mente e no corpo dos que são tocados pela música e daqueles que fazem a música tocar. As fadas dançam sem parar e os xamãs chegam ao transe com suas batidas. 
   Minha intenção agora não é falar sobre o uso cerimonial da música, da sua sacralidade, do poder dos cantos e hinos mágicos, da sua potencialização e nem de outras coisas que a maioria está careca de saber, mas sim de uma das influências da música que de tão óbvia, acaba sendo ignorada ou não percebida. Estou falando da música dentro da Lei da Atração.
   Por definição, música é uma manifestação artística originada da combinação e arranjo de sons e ritmos. Entretanto, estou usando esse termo para tudo o que chamamos de música e canção, incluindo as letras -ou não- e as emoções contidas na letra ou unicamente na melodia. Vamos definir agora o que seria a chamada Lei da Atração.
   Pessoalmente, interpreto o conceito de "Lei da Atração" como uma expressão, pois não me familiarizo com a ideia de "lei". Resumindo muito, essa ideia consiste na crença de que vibrações atraem vibrações semelhantes, energias atraem energias semelhantes, ações atraem consequências semelhantes e assim por diante. Essa lei pode se relacionar com vários conceitos como Karma, lei tríplice, e principalmente a força e influência do pessimismo e otimismo e dos conceitos de positividade e negatividade.
   Sintetizando mais uma vez, positividade e otimismo atraem coisas positivas. Em contra partida, a negatividade e o pessimismo atraem o oposto. Nossos pensamentos têm muito poder em tal aspecto, e nossas palavras também. A eficácia de um feitiço, por exemplo, depende muito da nossa fé quanto ao trabalho mágico, ou seja, se acreditamos que ele vai funcionar ou se o conjuramos já desesperançosos. 
   Essa ideia também nos influencia psicologicamente e fisicamente, pois o negativismo e positivismo estão intimamente ligados ao nosso estado de autoestima, poder pessoal, personalidade, autoconfiança, esperança e assim por diante.
   Estão se tornando comuns estudos que tentam provar que plantas e outras matérias orgânicas reagem positivamente/negativamente ao serem expostas à palavras com conotações positivas/negativas. Esses estudos dão abertura passa nosso tema pois uma forma de obter resultados dos vegetais é expô-los à músicas tristes, felizes, animadas e etc.
   A música naturalmente expressa um poder mágico e energético intenso, de forma com que também seja intensa a sua ação dentro da Lei da Atração. Se ao dizer demasiadamente coisas como "estou tão triste, parece que as coisas nunca vão melhorar" estamos atraindo vibrações semelhantes, imagine o que uma música triste pode fazer! Imagine o que ouvir uma música melancólica dia após dia e cantá-la ao Universo dia após dia pode atrair. 
   O papel das manifestações artísticas com conotações trágicas e emocionalmente negativas é muito importante, tanto para desabafo do artista quanto para uma forma de um indivíduo em sofrimento não se sentir sozinho com sua dor. Da mesma forma, em nossos momentos de ira e tristeza é importante desabafar com os amigos, familiares, animais, plantas, deidades, consigo mesmo ou seja lá com o que ou quem for. A sútil diferença torna-se perceptível quando averiguamos que no segundo caso o ato de transmitir e ouvir essas emoções é penoso, enquanto no primeiro é algo prazeroso que se torna um gosto e um hobbie. Muitas vezes se acaba caracterizando um estilo. 
   O perigo começa quando a música negativa, ou seja, aquela que possui o "feio" não estético deixa de ser um refugio e vira um prazer, uma música favorita ou infelizmente,  a nossa música. Se você acredita no poder da atração é fácil entender que músicas positivas (as quais falam de amor, autoconfiança, felicidade, amizade e outras coisas agradáveis) podem fazer muito bem para nosso self até nos momentos difíceis e que por mais que amemos as canções sobre amores perdidos insuperáveis, vidas desgraçadas, solidão e tristeza, evitá-las é um sacrifício enriquecedor e imensamente necessário dependendo da nossa condição emocional.
  Muitas vezes, sem que percebamos, a música é uma fonte inspiradora que pode colocar awen em nossas almas ao mesmo tempo em que pode envenena-la.
   As influências da energia musical não param no âmbito duo do positivo x negativo, mas apresentam uma enorme gama de oportunidades e perigos. Podemos escutar músicas animadas para afastar a preguiça, música calma para repelir a ira, músicas que alimentem o ego para aumentar nossa confiança, músicas que tratem de nossa fé para nos acolher e assim por diante. Assim como escolhemos determinadas cores e símbolos para ajudar-nos em determinados fins, podemos usar a música e a magia musical da mesma forma!
   Concluindo o presente texto, gostaria de falar de mais uma forma de influência musical que é muito mais percebida do que o potencial de atração, mas ainda é um objeto interessante para estudo e reflexão. 
   Vivemos em uma sociedade que muitas vezes não é a que nós, seguidores dos Antigos Caminhos, idealiza.
Fazemos parte dela, e assim, sua música faz parte de nós. Isso pode ser bom enquanto a música, chamemos aqui de mundana, fala muito de amor, de alegria, de amizade e das diversas coisas que constituem nossa felicidade. Mas não devemos esquecer as tradições dos nossos Caminhos. 
   As antigas canções, melodias, instrumentos e estilos musicais que se originaram nos Antigos Tempos podem ser, e geralmente são, parte importante do nosso crescimento espiritual, da nossa conexão com a Terra e com o Universo e da famosa sensação de voltar pra casa, de ouvir o chamado, de andar de mãos dadas com os Antigos. Faz sentido pensar que a música dos tempos mágicos atrai magia.
   Como humanos modernos não somos obrigados a escapar do rock, do funk, do sertanejo, do pop ou de qualquer outra estilo (lembrando que podemos encontrar magia e poder em todos!), mas assim como não esquecemos os velhos contos ao lermos livros atuais, não devemos esquecer a magia e poder da Antiga Música, venha ela até nós através de harpas e flautas celtas, tambores xamãs, cânticos folclóricos, chocalhos rituais e outros milhares de sons mágicos que os Deuses nos deram.
   Nosso papel como bons filhos, mesmo em outro contexto, é não abandonar e impedir que as antigas artes e tradições se percam, fazendo parte disso um maravilhoso tesouro que devemos proteger e apreciar: a música!
Texto de Iago Ferraz Wild (Puck)- Gruta do Bardo.



Earth Warrior, do grupo Omnia. Música que tem me inspirado ultimamente e servindo de trilha sonora para minha felicidade e meus objetivos para com a Mãe.